sexta-feira, 28 de maio de 2010

Fómula 1 - Parte 2

Retirado de GP Expert

Desde o inicio da Fórmula 1, a aerodinâmica vem sendo o maior diferencial das equipes.

Jack Brabham em 1967

Atwood voando com sua BRM em Nurburgring.

Cris Amon e sua Amon
Ferrari de Regazzoni

BRM de 1971

Brabham para a Indy 500 em 72

Stewart em 73 com uma estranhissima Tyrrell. Treinos para o GP de Paul Ricard

Merzario na Ferrari em 72

Brambilla na famosa March "Skateboard". Silvertone 75

Nova asa traseira da McLaren para Mass nos treinos de Monza em 76

Gilles Villeneuve na controversa asa traseira da Ferrari em Long Beach 82

Marc Surer testando a Arrows em 83

Famosa Tyrrell "Boomerang". Alboreto em Zeltweg 83

Ayrton Senna na Toleman de 1984

Ram de 83

Dario Benuzzi na Ferrari de 1988.

Nigel Mansell em sua Williams de 88

Senna e a Mclaren / Tyrrell? 1990

Mario Adretti e sua Lotus

Hunt em Jarama 77. Duplo aerofólio dianteiro

Andretti em uma Lotus de 1979

Emmo em uma Mclaren de 74

Lauda em uma Brabham de 1979 na Argentina

Fórmula 1

Retirado de GP Expert

Os mais belos Fórmula 1 de todos os tempos


Os bólidos atuais podem ser os mais rápidos, seguros e avançados, mas num quesito eles perdem de longe para seus antecessores: a beleza. Confira nossa lista com os devoradores de asfalto mais estilosos da história da Fórmula 1.

Mercedes W196 (1954)

Enquanto outros carros da Fórmula 1 dos anos 50 parecem simples charutinhos sobre rodas, o Mercedes W196 foi o primeiro sinal de como as coisas poderiam ser diferentes. Tinha um perfil mais baixo e assentado, com bastante cuidado aerodinâmico, principalmente na versão W196 streamliner com carroceria completa cobrindo as rodas. O modelo foi guiado pelas lendas Juan Manuel Fangio e Stirling Moss, venceu 9 das 12 corridas que disputou, e poderia ter conseguido mais, não fosse a saída da Mercedes da categoria após a tragédia de LeMans em 1955.

Lotus 49 (1967)

Primeiro F1 a ser projetado ao redor do clássico Cosworth DFV V8, o Lotus 49 do genial Colin Chapman foi também o primeiro carro a incorporar o motor como peça estrutural, entre o conjunto de suspensão e eixo traseiro e o resto do chassi. A pintura da foto é a tradicional da Lotus. No ano seguinte, 1968, a equipe seria a primeira a exibir patrocinadores - no caso, os cigarros Gold Leaf. Também seria pioneira no uso de asas e aerofólios. Rápido e frágil, o Lotus 49 foi pilotado por Jim Clark, deu títulos mundiais a Graham Hill em 1968 e a Jochen Rindt em 1970, mas fez de Rindt o primeiro campeão póstumo da Fórmula 1, após espatifar-se em Monza, quando já acumulava 5 vitórias na temporada. Logo depois, seria substituído por outro ícone, o Lotus 72.

Lotus 72 (1970)

Os anos 60 viram os carros de Fórmula 1 ganharem motores traseiros, pneus cada vez mais largos e os primeiros aerofólios. O ápice dessa tendência surgiu justamente no final da década, quando o Lotus 72 foi projetado por Colin Chapman para a temporada de 1970. Seu design tornou-se uma das imagens mais marcantes da história da categoria, tanto pelas brilhantes soluções técnicas (radiadores laterais, perfil aerodinâmico em cunha, freios inboard e estrutura monochoque) como pela pintura negra John Player Special. Emerson Fittipaldi conquistou o título mundial de 1972 a bordo desse carro – que se tornaria também um dos mais longevos e vencedores da F1: até sua aposentadoria, em 1974, acumularia 20 vitórias, dois títulos de pilotos e três de construtores.

Arrows A2 (1979)

Quando o efeito solo e a obtenção de downforce tornaram-se receitas mágicas para a vitória, os projetos passaram a explorar as possibilidades aerodinâmicas como nunca. Uma das tentativas mais bonitas – mas não muito bem-sucedida – foi a do Arrows A2, um bólido cujas linhas ameaçadoras direcionavam o fluxo de ar de modo a colar o carro no chão. Para manter um perfil baixo, o motor foi montado em um ângulo de 4º graus – solução de princípio semelhante à adotada na atual Ferrari F10. Na prática, porém, o A2 se mostrou sensível demais às irregularidades do asfalto, o centro de gravidade era alto e as características de condução, pobres. Durou apenas algumas corridas em 1979, antes que a equipe voltasse a um design mais tradicional.

Ligier JS11 (1979)

Inegável o charme dessa equipe francesa, integrada por pilotos de nomes chiques como Jacques Laffite, Patrick Depailler e Didier Pironi, e patrocinada pela Gitanes, a marca de cigarros preferida de Serge Gainsbourg. O belíssimo esquema de pintura em tons de azul foi cortesia desse apoio. O design do JS11, por outro lado, era fruto direto das pesquisas com o efeito solo, e gerou um corredor competitivo. Em duas temporadas, o Ligier JS11 venceu cinco corridas, mas foi superada nos campeonatos de 1979 e 1980 pelos carros da Brabham e Williams. Aparentemente, o downforce gerado pelo JS11 era tão forte que sobrecarregava as estruturas da suspensão. E uma curiosidade: o JS11 ficou ainda mais famoso depois que virou um dos Transformers de primeira geração, o Autobot Mirage.

Ferrari 126 C2 (1982)

Último grande carro construído pela Ferrari antes do jejum que só seria encerrado pela era Schumacher, a 126 C2 era simplesmente linda. E mortal: foi ao volante de uma dessas que Gilles Villeneuve perdeu a vida. Seu companheiro de equipe, Didier Pironi, seria gravemente ferido em outro acidente, meses depois. Mesmo assim, conquistou o título de construtores de 1982. Um aprimoramento da igualmente bela 126 CK, a C2 era menor e mais leve, tinha um chassi completamente redesenhado, o primeiro monochoque da história da Ferrari. Suas linhas frontais eram simétricas e invocadas, e exibia uma dirigibilidade superior à de sua antecessora. A série 126 C duraria até 1984, acumulando 10 vitórias.

Brabham BT52 (1983)

Subvalorizada no próprio Brasil, a trajetória de Nelson Piquet na Brabham equipara-se às melhores parcerias do esporte, como Jackie Stewart na Tyrrel ou Ayrton Senna na McLaren. Obra do projetista sul-africano Gordon Murray, o BT52 foi concebido após o regulamento da F1 determinar que os assoalhos dos bólidos teriam de ser planos, e não mais em formato de asa invertida. Isso decretou o fim dos carros-asas, mas fomentou o surgimento de uma nova geração de máquinas. O BT52 tinha um formato de flecha composto pela dianteira estreita com radiadores laterais colocados bem atrás. A pintura contribuía para um visual limpo e marcante, e o melhor de tudo: era um vencedor capaz de bater Ferrari e Williams. Com esse carro, Piquet conquistou o segundo título mundial pela Brabham, em 1983.

McLaren MP4/4 (1988)

O mesmo Gordon Murray do bicampeonato de Piquet fracassaria em 1986 ao conceber o Brabham BT55, projeto inovador com perfil baixíssimo, muito aerodinâmico, mas completamente problemático. De mudança para a McLaren, Murray criou junto com o engenheiro Steve Nichols o MP4/4, baseado nos mesmos princípios do BT55, agora favorecidos pelo Honda V6 turbo de apenas 1,5 litro, muito menor que o BMW do Brabham, mas capaz de produzir insuperáveis 900 cavalos de potência. O resultado foi a maior dominação já exercida por um carro em toda a história da Fórmula 1: das 16 corridas da temporada de 1988, a McLaren só não venceu uma. Em dez, houve dobradinha entre Prost e Senna. Visualmente, os MP4/4 de proporções exatas vestia uma das pinturas mais populares do automobilismo – o vermelho e branco da Marlboro, famoso também com a Penske, na Fórmula Indy.

Jordan 191 (1991)

Em 1991, a Jordan virou a queridinha do público: uma equipe estreante jovial, com um irlandês fanfarrão no comando (Eddie Jordan), uma futura lenda do automobilismo no cockpit (Michael Schumacher) e um carro bonito à beça, dono de linhas elegantes e bem equilibradas, coberto por uma pintura verde e azul que parecia pop art. Além de lindão, o Jordan 191 projetado por Gary Anderson foi bastante competente: terminou o campeonato em quinto lugar, atrás apenas das grande Williams, McLaren, Ferrari e Benetton. Imagine a Virgin ou a Hispania conseguirem tal feito hoje em dia?

Williams FW14B (1992)

Por breves anos, no início da década de 1990, a Williams conquistou a hegemonia na Fórmula 1. O modelo FW14 já assustara ao emergir violentamente em 1991, quando quase tirou o tricampeonato de Ayrton Senna. No ano seguinte, não teve jeito: o FW14B projetado por Patrick Head e Adrian Newey simplesmente destruiu a concorrência. Sério candidato ao título de melhor carro de corrida de todos os tempos, ele tinha suspensão ativa, câmbio semi-automático, controle de tração e uma aerodinâmica muito refinada. No peito, batia o motor Renault V10, outro dominador que iniciava seu reinado na F1. Campeão com Nigel Mansell, o FW14B chegou ao cúmulo de ser 3 segundos mais rápido que a McLaren nos treinos para o GP de Silverstone de 1992. Tanto predomínio levou a FIA a banir diversas tecnologias nos anos seguintes. Por causa disso, 18 anos depois, o FW14B ainda é considerado o mais avançado carro da história da Fórmula 1. Também serviu para eternizar a combinação de branco, azul e amarelo que caracterizou a equipe por quase dez anos, e que deixou muitas saudades.

McLaren MP4/23 (2008)

Ron Dennis é comprovadamente um mala, mas não deixamos de admirar a coerência visual de seus carros. Após perder o patrocínio da Marlboro, a McLaren assumiu em 1997 uma identidade prata que atendia aos interesses de todos: a Mercedes, que ganhou uma referência às suas Flechas de Prata dos anos 1950, e a marca de cigarros West, principal patrocinadora na época. O esquema continua parecido até hoje, e ficou ainda mais bonito nos últimos anos, quando a carroceria ganhou um padrão de pintura cromada, ótima tanto na TV quanto na miniatura ali no armário da sala. Poderíamos escolher vários modelos do período, mas fiquemos com o MP4/23 campeão em 2008, um dos poucos designs bonitos em meio ao excesso de aletas e apêndices aerodinâmicos que marcou esse final de década.

Liga Bismu Cartola FC



Pra quem jogar o Cartola FC e quiser entrar na minha liga, tá aí o link...

http://cartolafc.globo.com/liga/bismu

A liga dos "baum"...hehehe. Nem na minha liga eu consigo a liderança, tá froid!!!!!!!!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A eficiência do sistema anti-colisão da Volvo...


Impressionante a demonstração de eficiência do novo sistema anti-colisão da Volvo. Totalmente automático, detecta o perigo de uma colisão a uma distância considerável evitando o pior. Vejam toda essa tecnologia de ponta no vídeo abaixo. E nós, meros mortais, totalmente satisfeitos com nossos carros com airbag...



Reportagem do Auto Esporte sobre esta grande tecnologia...

http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI138985-10142,00-SISTEMA+DA+VOLVO+FALHA+EM+APRESENTACAO.html

terça-feira, 25 de maio de 2010

Cartola FC


Está aí a escalação da seleção da rodada do Bismu-Jet FC. O melhor time do Cartola FC... Apostei bastante em jogadores do Santos, justifica por enfrentarem um time fraco, que já foi goleado pelo mesmo Santos no campeonato Paulista; e, também, no Grêmio pois, apesar de o Avaí ter um time bom e bem constante, aposto na força do tricolor gaúcho jogando em casa. Os demais jogadores e técnico foram por falta de opção ou dinheiro...hehehe

Cidades Fantasmas...

Retirado de Dom Escobar

Locais abandonados devido a catástrofes ecológicas

Em todo o mundo, existem centenas de cidades-fantasma e lugares que foram abandonados devido a desastres ambientais:

Desastre de Chernobyl

Em 1986, o reator 4 explodiu em Chernobyl. Quatro trabalhadores foram mortos instantaneamente. Explosões e incêndios lançaram cerca de 5% do núcleo do reator radioativos para a atmosfera.

A fusão nuclear soprou a favor do vento sobre as cidades e até mesmo em países diferentes.


Prypiat, Ucrânia

A vizinha cidade de Pripyat, na Ucrânia, era casa dos trabalhadores de Chernobyl. A explosão de Chernobyl aconteceu por volta de uma da manhã quando a maioria das 50.000 pessoas em Pripyat estava dormindo.

40 horas depois, os moradores foram obrigados a evacuar. Até então, muitas das pessoas já sofreram envenenamento radioativo.


Centralia, Pennsylvania

Bem-vindo ao inferno - ou Centralia, na Pensilvânia, onde a mina de carvão subterrânea começou a queimar em 1962. O fogo ainda está queimando até hoje sob a cidade.

A maioria dos edifícios foi perdida para os incêndios ou atos da natureza. Em 2010, apenas cinco casas permanecem. Funcionários do Estado estão tentando remover estes moradores remanescentes e demolindo o que sobrou da cidade.


Base de Submarino Nuclear Rybachiy

Durante a corrida para ganhar a Guerra Fria, Bechyovinka era uma cidade associada a uma base de submarinos secretos russos na ilha de Kamchatka. Foi nesta base que a Rússia produziu o maior submarino nuclear na década de 1980.

As pessoas receberam ordens para sair. Havia rumores que a área estava contaminada por elevados níveis de radiação. Os serviços nos submarinos nucleares foram terminados. Houve também um problema com os catalisadores de platina que foram roubados.


Wittenoom, Australia

Na região de Pilbara, na Austrália, Wittenoom era a maior da cidade em 1950. As imagens acima mostram condições normais de trabalho na mina e as crianças jogando na sujeira de amianto na cidade.

Em 1966, a cidade foi abandonada por motivos de saúde devido à mineração de amianto nas próximidade de Wittenoom.


Gilman, Colorado

Gilman foi fundada em 1886 durante o Boom da prata no colorado, a mina Eagle mais tarde se tornou o centro de mineração de chumbo e zinco no Colorado.

Em 1984, a EPA ordenou que as pessoas abandonassem Gilman por causa dos poluentes tóxicos e contaminação das águas subterrâneas.


Bhopal, na India

Bhopal, Índia, não foi abandonada, mas sofreu um dos mais trágicos desastres ambientais que o mundo já viu. Durante o meio da noite em 1984, a fábrica da Union Carbide que fabricava pesticida, vazaram 32 toneladas do mortal isocianato de metila. Milhares de pessoas morreram e milhares ficaram deformados, cegos e deficientes. Mais de 2.000 corpos foram cremados em um dia. O solo e a água perto da fábrica foram contaminados e resíduos tóxicos continuam vazando. Foi um dos piores desastres industriais do mundo e até hoje não houve justiça.
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